Galle

No dia da partida a vontade de deixar Mirissa era pouca. Havia algo nesta praia que nos agarrava e tal como a outras pessoas hipnotizava para que a estadia se fosse prolongando. Desconfiamos que vários viajantes parecem ter adoptado Mirissa como nova casa e em vez de uma curta paragem na praia para recuperar energia e retomar a estrada, por cá ficaram. Para escapar o calor do final da manhã decidimos acordar cedo para um último mergulho matinal antes da viagem para Galle.





Depois de uma curta viagem de tócarro chegamos a Galle, antigo porto maritimo estratégico para o controlo das rotas mercantil entre a Europa e as Indias. Inicialmente construído pelos Português e posteriormente alargado por Holandeses e Ingleses, percorremos os poucos metros que nos separada das muralhas do Forte onde ficámos alojados. Em seguida decidimos calcorrear as ruas de Galle e aproveitar para finalmente enviar os postalecos, tendo sido brindados com um posto dos correios que deve ter ficado esquecido na época colonial.



Percorrendo o interior das muralhas são visiveis inumeros edificios que mantem a arquitectura original e a grande maioria alberga serviços do estado. Por estas terras a Ana encontrou os elementos do CSI Galle em acção tendo sido convidada para participar em futuros episódios :)


Apesar da localização próxima do mar, as muralhas que protegem o seu interior de piratas e tsunamis impedem também a entrada da brisa do mar levando-nos a recolher no boteco local para fugir do calor. No dia seguinte partimos de tuk-tuk para Uwanatuna, uma praia muito turistica a poucos Km de Galle. À chegada encontramos uma praia em que apesar da destruição provocada pelo Tsunami, a construção de hoteis e restaurante foi feita ainda mais sobre a areia. Este seria o ultimo mergulho nas águas do Indico. No dia seguinte partimos para a capital, Colombo onde esperávamos comprar uns recuerdos antes do regresso a Portugal.












0 Responses