A preguica aliada a escassez de internet pelas ultimas paragens impediu a actualizacao atempada dos registos do trio. Aproveitamos a estadia na praia para recuperar as forcas e tambem a escrita :)
Viagem de Anuradhapura para Sigiriya fez-se num tocarro tipo carrinha com enfeites e cortinas rendilhadas para que os ocupantes possam recar o caminho todo. Paragem em Dambulla, onde tivemos que trocar que mudar para o ze carioca onde pela primeira vez sentimos o calor humano de uma viagem onde cabe sempre mais um, nem que seja pendurado nas portas. Apos uma viagem curta chegamos a vila no sope do calhau imponente.


A falta de escolha de hoteis e mesmo apos ferroz sessao negocial deu para perceber que no Sri Lanka os locais nao cedem facilmente quando e altura de espremer o turista. Dado que chegamos a meio da tarde deixamos a ascensao a Sigiriya para o dia seguinte e aproveitamos o final do dia para um passeio nas selvas que circundavam o monumento. Dia seguinte e apesar dos pequenos almocos de pao seco, partimos para conquistar.



Sigyria. No sope estendem-se inumeros jardins e lagos onde os reis de outrora deviam descansar apos um dia cansativo da porraduncha com reinos vizinhos. O calor que se sentia na altura deixava antever uma subida cansativa. Primeira parte da subida e feita por umas escadas em caracol onde, numa saliencia, e possivel observar uns frescos em excelente estado de conservacao apos milhares de anos, que retratam as concubinas do rei a servir vinhaca. Com uma escursao de americanos no nosso encalco percorremos um muro onde provavelmente deve ter sido criadoo graffiti. Conhecido por Mirror Wall, este muro supostamente continha prosas dos visitantes ancestrais. No final do muro entramos num patio onde a imponente entrada guardada pela figura de um leao. Actualmente apenas restam as garras que permitem imaginar a imponencia da entrada. Umas centenas de degraus ingremes depois atingimos o cume onde a vista era majestosa, permitindo contemplar a selva, rios e cumes a kilometros de distancia. No topo, onde o palacio do rei se erguia, apenas ficaram vestigios das contrucoes e terracos, assim como a piscina onde deviam demolhar os pes apos a subida. Apos conquistada a oitava maravilha do mundo optamos por almocar num resort pois a comida no nosso hotel deixava muito a desejar. Uma prateco de massa com direito a usar a piscina foi a recompensa da cansativa subida. Durante a tarde tivemos oportunidade de falar com o responsavel pela piscina que ao estilo local sempre prestavel estava sempre alerta para ajustar a cadeira dos utentes da piscina. De regresso ao hotel preparamos as tralhas para no dia seguinte rumar a Kandy, local de repouso do dente sagrado do Buda que segundo reza a historia os portugueses tentaram roupar e destruir mas os singaleses que ja conheciam o guna portugues, trocaram o original por uma replica nao fossem os tugas levar o dentinho como recuerdo.




Viagem de Anuradhapura para Sigiriya fez-se num tocarro tipo carrinha com enfeites e cortinas rendilhadas para que os ocupantes possam recar o caminho todo. Paragem em Dambulla, onde tivemos que trocar que mudar para o ze carioca onde pela primeira vez sentimos o calor humano de uma viagem onde cabe sempre mais um, nem que seja pendurado nas portas. Apos uma viagem curta chegamos a vila no sope do calhau imponente.
A falta de escolha de hoteis e mesmo apos ferroz sessao negocial deu para perceber que no Sri Lanka os locais nao cedem facilmente quando e altura de espremer o turista. Dado que chegamos a meio da tarde deixamos a ascensao a Sigiriya para o dia seguinte e aproveitamos o final do dia para um passeio nas selvas que circundavam o monumento. Dia seguinte e apesar dos pequenos almocos de pao seco, partimos para conquistar.
Sigyria. No sope estendem-se inumeros jardins e lagos onde os reis de outrora deviam descansar apos um dia cansativo da porraduncha com reinos vizinhos. O calor que se sentia na altura deixava antever uma subida cansativa. Primeira parte da subida e feita por umas escadas em caracol onde, numa saliencia, e possivel observar uns frescos em excelente estado de conservacao apos milhares de anos, que retratam as concubinas do rei a servir vinhaca. Com uma escursao de americanos no nosso encalco percorremos um muro onde provavelmente deve ter sido criadoo graffiti. Conhecido por Mirror Wall, este muro supostamente continha prosas dos visitantes ancestrais. No final do muro entramos num patio onde a imponente entrada guardada pela figura de um leao. Actualmente apenas restam as garras que permitem imaginar a imponencia da entrada. Umas centenas de degraus ingremes depois atingimos o cume onde a vista era majestosa, permitindo contemplar a selva, rios e cumes a kilometros de distancia. No topo, onde o palacio do rei se erguia, apenas ficaram vestigios das contrucoes e terracos, assim como a piscina onde deviam demolhar os pes apos a subida. Apos conquistada a oitava maravilha do mundo optamos por almocar num resort pois a comida no nosso hotel deixava muito a desejar. Uma prateco de massa com direito a usar a piscina foi a recompensa da cansativa subida. Durante a tarde tivemos oportunidade de falar com o responsavel pela piscina que ao estilo local sempre prestavel estava sempre alerta para ajustar a cadeira dos utentes da piscina. De regresso ao hotel preparamos as tralhas para no dia seguinte rumar a Kandy, local de repouso do dente sagrado do Buda que segundo reza a historia os portugueses tentaram roupar e destruir mas os singaleses que ja conheciam o guna portugues, trocaram o original por uma replica nao fossem os tugas levar o dentinho como recuerdo.

Que tudo vá correndo pelo melhor e que as crónicas dessa literatura de viagens,seguindo os passos de Fernão Mendes Pinto vão chegando com regularidade,mesmo correndo o risco de nova lenda que rezava assim : Fernão,mentes ? , minto.Bom,este não é o caso,pois,pelas fotos e descrições muito pormenorizadas,feitas por dois dos mais categorizados cronistas,a Kiki ( não te conhecia esses dotes de narradora de Literatura de viagens )e Manel,vê-se que tudo está a correr muito bem e são esses os nossos melhores votos . Bom,também esperamos que não encontrem outro macaco que te roube a outra bota,Kiki.
Que continuem a gozar e usufruir desse maravilhoso clima,que nos faz inveja,pois que,andando vocês à procura do dente,nós,por aqui,andamos todos a tremer o dente com este frio todo,de Norte a Sul.
Um abraço para o grupo. Para ti,Kiki,beijos dos Pais Manel e Laura